Negócios

Redes apostam no modelo de licenciamento para crescer com mais liberdade e menos burocracia

Nem toda expansão de marca precisa seguir o modelo clássico de franchising. Cada vez mais empresas estão apostando no licenciamento de marca — um formato mais flexível, com menos obrigações legais e operacionais, e que atrai perfis empreendedores que querem mais autonomia.

Diferença entre franquia e licenciamento

No licenciamento, o parceiro comercial tem o direito de usar a marca, mas com liberdade para definir cardápio, preço e operações. Já na franquia, o franqueador impõe regras, padrões e suporte contínuo.

A rede de moda Cavalera, por exemplo, optou por expandir parte de suas lojas via licenciamento. “Damos liberdade criativa ao licenciado, o que aumenta o engajamento e reduz custos jurídicos”, explica o diretor de expansão, Márcio Nunes.

Outro exemplo é a Nação Rubro-Negra, rede de lojas de produtos oficiais do Flamengo, que cresceu com licenciados em vez de franqueados. “O torcedor-empreendedor valoriza a autonomia de montar sua própria loja com a marca do coração”, afirma o sócio Marco Aurélio.

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